Os concorrentes do WRC estão prestes a enfrentar um novo desafio na terceira ronda da competição, o Rali da Croácia, um novíssimo evento para o WRC, e o primeiro verdadeiro rali de asfalto desde 2019, tendo em conta que o Rallye Monte-Carlo é maioritariamente uma prova de inverno.
Todas as equipas vão desbravar terreno desconhecido, num rali que tem seis tipos de asfalto diferente, dificultando a tarefa nas afinações dos carros.
Kalle Rovanperä chega à Croácia como o mais jovem líder de sempre do WRC, quatro pontos na frente de Thierry Neuville, com Sébastien Ogier e Elfyn Evans empatados a 31 pontos, menos quatro que o belga da Hyundai.
O Rally da Croácia tem a sua sede na capital Zagreb, e será disputado por uma variedade interessante de estradas diferentes. Espera-se uma mistura de superfícies desgastadas e lisas, e enquanto alguns troços serão rápidos e fluidos, outras partes serão mais estreitas e tortuosas.
Depois do shakedown de quinta-feira, o rali começa na sexta-feira de manhã com o primeiro de 20 troços ao longo de três dias.
Craig Breen regressa com a Hyundai, Adrien Fourmaux estreia-se com um WRC, Mads Ostberg deixou o lugar de comentador no WRC All Alive, o que é uma pena, mas é bom o seu regresso à estrada, como piloto, o que volta a fazer no WRC2.
Teemu Suninen ‘troca’ com Fourmaux e corre com o Fiesta Rally2. Chris Ingram regressa ao WRC, com um Skoda Fabia Rally2, no WRC3, Armando Pereira, co-fundador da Altice, regressa à estrada com o seu Ford Fiesta WRC. Rali completamente novo, favoritos não há.













