A última vez que os concorrentes do WRC disputaram um rali totalmente em asfalto no Mundial de Ralis foi em agosto de 2019. Neste contexto, aualquer piloto que espere uma prova simples no Rali da Croácia (22-25 de abril) vai ficar surpreendido após os reconhecimentos. A prova perto da capital da Croácia, Zagreb apresenta seis tipos distintos de asfalto, que vão desde o super-suave, passando pelo mais desgastante, até ao muito mau. E há troços especialmente desafiantes em que a superfície muda constantemente de um tipo para outro, de asfalto.
A prova arranca na sexta-feira com quatro troços feitos duas vezes, maioritariamente curtos, nas zonas montanhosas de Samoborsko Gorje, Ñumberak e na região de Karlovac, a sudoeste de Zagreb.
No sábado é a etapa mais longa do fim-de-semana a 121,92km e segue um formato semelhante na mesma área que sexta-feira, atravessando paisagens deslumbrantes na primavera no parque natural de Ñumberak.
Troços difíceis em Mali Lipovec – Grdanjci (20,30km) e no estreito e sinuoso Stojdraga – Gornja Vas (20,77km), considerado como o mais difícil do rali, abrem cada passagem. Seguem-se os mais curtos Krašić – Vrškovac (11,11km) e Vinski Vrh – Duga Resa (8,78km) antes da assistência.
O dia final, domingo, apresenta as estradas mais largas. A abertura faz-se em Bliznec – Pila (25,20km) na montanha de Medvednica, a norte de Zagreb, é o mais longo do rali. Segue-se Zagorska Sela – Kumrovec (14,09km). Eis o horário.













