No ponto 32 do seu parecer técnico, no que às recomendações específicas relativas à presença de público diz respeito a DGS refere que o “Rally de Portugal é um evento desportivo de reconhecido impacto, inevitavelmente acompanhado de um número significativo de adeptos que, não obstante as restrições, estarão dispostos a correr riscos de saúde e legais para poder assistir ao evento. Deste modo, no melhor interesse da Saúde Pública, aplicando
o Princípio da Precaução, considera-se fulcral o estabelecimento de medidas de saúde pública que diminuam os riscos inerentes à inevitável presença de público”, lê-se no documento.
Ou seja, sabendo da dificuldade de controlar a quantidade de pessoas que vão querer assistir à prova, a DGS assume que as pessoas estão dispostas a marcar presença na prova independentemente das regras em vigor e que por isso: “considera-se fulcral o estabelecimento de medidas de saúde pública que diminuam os riscos inerentes à inevitável presença de público”. Significa isto que o acesso às Zonas Espetáculo será permitido a muito menos gente do que é habitual. Resta saber a percentagem, e a forma como tudo isso se procederá, mas isso o ACP há-de dizer de sua justiça, a seu tempo…










E que tal este ano deixarem as ZE arrumadinhas na dispensa, não?
100% de acordo. Talvez pudesse até servir como um ensaio, para que se perceba que esses “galinheiros” humanos não são necessários em situação nenhuma. Fitas vermelhas a delimitar zonas interditas era desde os anos 90 até 2001, e tudo correrá bem, como na altura corria. O ACP parece que anda a ver vídeos do grupo B a mais, parece que nos toma por aqueles energúmenos que enchiam as estradas nos anos 80. Já não somos assim, já não existem, e não voltarão (da mesma maneira que tanta coisa boa dos fabulosos 80s não volta mais).
Vamos lá com calma. “…parece que nos toma por aqueles energúmenos que enchiam as estradas nos anos 80.”. Os “energumenos” são exactamente os mesmos que agora enchem Fafe. A diferença, é que na altura não havia qualquer preocupação séria da parte das autoridades, não havia recomendações, não havia “fitas”, e muito menos ZE’s. Havia uns poucos GNR’s que faziam o que podiam. E havia uns milhares que queriam ver as maquinas o mais perto que podiam. Não tenho a mais pequena duvida que se as autoridades afrouxarem no controlo e sensibilização (coisas diferentes, mas ambas necessarias) os “energumenos”, que existem… Ler mais »