
Gus Greensmith/Jonas Andersson (Ford Puma Rally1) venceram a especial, o que sucede pela primeira vez na carreira do piloto inglês. O seu contentamento quando viu Sébastien Loeb/Isabelle Galmiche (Ford Puma Rally1) cortar a meta, foi efusivo, e com razão. Fez história na sua carreira no WRC.
Quase podemos dizer que esteve irreconhecível, o piloto, pois está a adaptar-se na perfeição a este carro, e a mostrar algo que ainda não tinha conseguido nos seus anos de WRC. É verdade que tem evoluído de ano para ano, mas sempre a uma boa distância de quem anda lá na frente, mas para já neste prova não é isso que se está a ver.
Loeb perdeu o troço mas revelou no final que não teve potência híbrida, estando aí a explicação para o facto de ter perdido para Greensmith o primeiro troço do dia.
Sébastien Ogier/Benjamin Veillas (Toyota GR Yaris Rally1) foram segundos na frente de Loeb, com Craig Breen/Paul Nagle (Ford Puma Rally1) logo a seguir.
Elfyn Evans/Scott Martin (Toyota GR Yaris Rally1) foi sexto atrás de Takamoto Katsuta/Aaron Johnston (Toyota GR Yaris Rally1).
Desta feita o melhor dos Hyundai foi o de Oliver Solberg/Elliott Edmondson (Hyundai i20 N Rally1), sétimos na frente de Kalle Rovanperä/Jonne Halttunen (Toyota GR Yaris Rally1), Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai i20 N Rally1) e Ott Tänak/Martin Järveoja (Hyundai i20 N Rally1), quintos nesta especial. O belga ficou sem sistema híbrido. O estónio não falou no fim do troço.
Na geral, Ogier passou para segundo na frente de Evans, com o francês a 14.4s. Portanto, Loeb só perdeu 0.1s para o segundo classificado. Tem agora 14.4s de avanço para Ogier.









