Vão ser necessárias pelo menos sete provas do Mundial de Ralis de 2020 para que se possa atribuir os títulos em disputa. Como se sabe, até aqui realizaram-se três provas, Monte Carlo, Suécia e México, já foram definitivamente cancelados os ralis de Portugal, Safari, adiados os ralis da Argentina e Itália, estando a competição prevista para recomeçar na Finlândia, no início de agosto sendo que neste momento é impossível prever se todo o calendário que está ainda agendado se pode realizar até ao fim do ano. Esquecendo esse assunto para já, das provas adiadas e da sua possível recolocação, mais importante é saber se vai ser possível disputar mais provas em 2020 e isso é algo que neste momento ninguém sabe. Certo é que não é muito provável que entre setembro e meados de dezembro possa haver nove provas.
Entre quatro e sete é um objetivo bem mais realista, pelo que há um facto que está assegurado: Terão que se realizar mais quatro rondas do Campeonato do Mundo de Ralis para que a competição possa ter campeões. Curiosamente e apesar desta situação não estar prevista na regulamentação, esse número mínimo de ralis já foi acordado pelo grupo de trabalho. Sete provas.
Entre os ralis da Argentina, Sardenha (ambas já adiadas), Finlândia, Nova Zelândia, Turquia, Alemanha, Grã-Bretanha e Japão têm de correr-se pelo menos quatro. Yves Matton já disse que o título não se deve atribuir apenas com três provas. Metade das provas inicialmente previstas, 14 (antes do cancelamento do Rali do Chile) é um número razoável.
Recorde-se que Sébastien Ogier lidera atualmente a classificação do Mundial de Pilotos na frente do seu companheiro de equipa na Toyota, Elfyn Evans, com Thierry Neuville em terceiro lugar para a Hyundai.












