É um problema que só se colocou em Portugal, mas com os ralis da Sardenha e Safari pela frente a FIA já percebeu que se tem de debruçar com muita urgência sobre a questão, sob pena de mais gente começar a ‘derreter’ dentro do habitáculo dos Rally1, como já começaram a derreter as solas das botas de Paul Nagle em Portugal.
Segundo rumores que correm no ‘paddock’ do WRC, vai haver ar condicionado nos carros, mas cada equipa pode ter a sua própria solução e ninguém está a abrir o jogo, pois o segredo, como sempre, é a alma do negócio.
Para já a M-Sport e a Hyundai já foram vistas com autocolantes refletores e se em Portugal as temperaturas chegaram aos 70 graus, imagine-se agora na Sardenha e especialmente no Quénia.
E isso impacta diretamente com a segurança da tripulação.
As equipas já sabem o que podem fazer já nesta prova, sem que seja preciso algum tipo de homologação, e segundo se sabe há oito potenciais soluções potenciais, cinco delas podem ser aplicadas sem ‘joker’.
Entre as que se podem usar já inclui-se: abertura no pára-brisas para deixar passar ar, condutas nos espelhos retrovisores laterais, condutas no chão do carro, revestimento cerâmico à volta do escape para conter o calor. A carecer de homologação: segundo ventilador de tejadilho, vidros forrados a prata e aberturas dos vidros traseiros.
Vamos ver o que irão utilizar as equipas nesta prova…











