É apenas uma curiosidade, mas não deixa de ser sintomática. No pré-Rali da Polónia, em que os pilotos do Mundial respondem a perguntas dos adeptos, houve uma bastante curiosa: “Se pudessem escolher apenas uma classificativa para correr, qual seria?”
Ott Tanak escolheu uma da Finlândia, e Kalle Rovanpera devolveu o ‘favor’ e escolheu uma da Estónia, mas Gregóire Munster, e Martins Sesks, pilotos da M-Sport, escolheram… o troço das Sete Cidades, do Rali dos Açores: “é uma classificativa absolutamente fantástica, imagino o que seria fazê-la com um Rally1”, disse Gregoire Munster.
É óbvio que nunca será apenas pela beleza ou qualidade de uma única classificativa que um determinado rali se deve realizar numa competição, ou não, mas não deixa de ser curioso que dois pilotos do WRC se lembrem do fantástico troço açoriano. Dá perfeitamente para perceber a ‘marca’ que o troço das Sete Cidades deixa nos pilotos que o realizam.









