Hugo Magalhães esteve presente no Rali Terras D´Aboboreira com Rakan Al-Rashed, que visitou pela primeira vez o nosso país. Magalhães continua em busca do seu sonho e vai evoluindo por campeonatos internacionais, fazendo questão de mostrar a qualidade dos ralis nacionais aos pilotos estrangeiros.
Com mais um projeto a caminho, Magalhães tem uma agenda preenchida, continuando a fazer o que gosta, em busca de alcançar o seu objetivo: “A vinda a Portugal já tinha sido pensada há algum tempo, mas só este ano foi possível trazer o Rakan.
É sempre o meu objetivo trazer os pilotos estrangeiros a Portugal, para perceberem a espetacularidade dos nossos troços, o ambiente, a paixão e a quantidade de espetadores.
É uma das coisas que o fascinou, é ver a quantidade de gente que está nos troços do primeiro ao último quilómetro. É sempre com muito agrado que trago alguém de fora a Portugal, para lhe mostrar o que são os ralis no nosso país.
Há ainda mais um projeto para ser revelado em breve, talvez na próxima semana.
O meu programa ficará por algumas participações no WRC, no ERC onde estarei com esse novo projeto, e alguns ralis locais em Portugal, Espanha e há sempre mais alguma coisa que pode aparecer, desde que tenha tempo, pois também é preciso passar tempo com a família e não se pode dar apenas prioridade às corridas. Tenho me mantido nas competições internacionais e é isso que quero para o resto da minha carreira.
Há mais passos a dar. Estou no caminho do sonho que sempre quis. Sinto que é este o caminho que tenho de percorrer. Muitas vezes perguntam-me porque não estou a competir em Portugal e apesar de no estrangeiro não conseguir ainda vencer, sinto que é o caminho que tenho de percorrer para chegar ao meu objetivo final.
Não é um caminho frustrante, tem de ser feito. Este rali reflete um pouco isso. O Rakan não tem experiência nestas estradas, no começo teve algumas dificuldades, fizemos duas passagens e no dia do rali não estamos tão longe dos pilotos nacionais.
Tendo em conta a pouca experiência do Rakan e a falta de conhecimento destes troços e sem alguns erros que são compreensíveis, acho que poderíamos estar mais na frente.
Por isso estou muito orgulhoso do trabalho feito.”












