Não está fácil a vida para a Citroën, já que ao cabo de duas provas já dista quase 50 pontos da M-Sport e o que se suspeitou em Monte Carlo, ficou agora bem mais claro na Suécia. A Citroën tem problemas com o seu C3 WRC.
E são os próprios pilotos que deixam isso bem claro. Ao falar sobre a sua saída de estrada, Kris Meeke revelou que “foi muito estranho, estava com grandes dificuldades com a traseira do carro no troço, desde a primeira curva onde apanhei de imediato um grande susto. Com isso em mente, não quis fazer nada estúpido, protegi-me, mas num ligeiro topo, a traseira passou-se e o carro saiu em frente completamente atravessado, sem me permitir poder fazer a curva. Aproveitamos cada quilómetro para aprender, mas vamos temos que analisar toda a informação que recolhemos e melhorar.”
Já Craig Breen, pelo menos manteve o carro na estrada, mas a andar a um ritmo bem mais baixo, que ainda assim, lhe valeu um bom quinto lugar da geral: “Lutei muito para ter um bom feeling com a traseira do carro. Não consigo andar direito e farto-me de apanhar ‘cagaços’. Há troços menos maus, mas noutros o carro apanha-me completamente de surpresa. Tenho medo de fazer alguma coisa estúpida”, disse o irlandês, que repetiu a classificação de Monte Carlo, mas agora com o C3 WRC.
Yves Matton, preferiu destacar o trabalho dos jovens pilotos: “O que levamos de positivo do Rali da Suécia é o bom trabalho que os nossos jovens pilotos fizeram. Tendo em conta o seu nível de experiência excederam as nossas expetativas. Cometeram pequenos erros, que não impediram de obter um bom resultado no final do evento. Temos a consciência daquilo que precisamos de fazer para melhorar e sermos competitivos. Vamos trabalhar ainda mais na preparação das próximas provas”, garantiu.










