Parques de assistência, controlos horários, entrevistas, reabastecimentos, ligações, direcção de prova, merchandising, expositores, etc, etc.
Neste vídeo, pode ver o outro lado do rali.
Por exemplo, Anton Alen, filho do penta-vencedor do Rali de Portugal, competiu pela primeira vez no nosso país, curiosamente, desistindo duas vezes, nos dois dias de prova.
Os bastidores da prova, que vão desde os parques-fechados, aos controlos horários, aos comissários, tantas vezes esquecidos neste engrenagem “gigante” que é uma prova como o Vodafone Rally de Portugal, mas que desempenham um papel preponderante.
O bom ambiente entre os pilotos é notório, e nas chegadas em que os pilotos privam um pouco tanto com a imprensa, como entre eles.
Jornalista, como o colaborador do AutoSport, Martin Holmes, 30 anos a trabalhar nas estradas dos ralis por este mundo fora.
As chegadas antes dos parques de assistência, são o local onde os chefes de equipa trocam as primeiras impressões com os seus pilotos e navegadores, de modo a comunicarem para as equipas de assistência todas as intervenções necessárias.
As emoções dos pilotos quando têm de explicar o que de mau se passou nas especiais que acabaram de realizar, ou, por outro lado, quando irradiam felicidade por tudo ter corrido bem…
Grandes campeões como Didier Auriol a provarem que ainda “estão aí para as curvas”.
Os pneus desempenharam um papel fundamental nesta prova e por isso, não é de estranhar o trabalho extra na tenda da BF Goodrich.
Marcus Gronholm goza o início da sua “reforma de luxo” e nem ele se deve lembrar duma prova onde andasse tão descontraído.
Luca Rossetti o vencedor da prova, irradia simpatia, e qualquer solicitação é logo respondida: “In inglese ou italiano?”
Armindo Araújo quase chegava ao desespero com tantos problemas com o turbo do seu Mitsubishi: “Andei a arrastar-me pelos troços”. O seu semblante a meio do segundo dia de prova, dizia tudo.
Veja o vídeo, que lhe mostra o outro lado do Vodafone Rally de Portugal











