O Campeão Nacional de Produção, acompanhado nesta prova por Luís Ramalho, efetuou uma prova inteligente, esperando que a sorte continue do seu lado. O 16º lugar da classificação geral, liderança entre o CPR e o terceiro lugar do PWRC colocam Moura em destaque nesta prova.
“Começámos com um ritmo seguro mas bastante consistente e conseguimos abrir uma diferença interessante para os nossos adversários no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). Essa mesma diferença num rali tão duro e tão comprido como este pode ser pequena, basta um furo ou qualquer coisa. Mas fizemos aquilo que nos competia, mantivemos o carro na estrada em segurança”, começou por explicar o açoriano.
“Da parte da tarde, e em função dos nossos objetivos, se calhar corremos um pouco mais de riscos do que o necessário, porque tentámos ir atrás do terceiro lugar no PWRC e manter essa posição e, como é óbvio, tivemos de aumentar o ritmo. Não nos podemos esquecer que esta é só a nossa terceira participação no Rali de Portugal”, lembrou Moura, satisfeito com a sua evolução.
“Já evoluí bastante e ficou demonstrado aqui que a diferença de ritmo deste para o primeiro ano é grande e fico satisfeito. Com outro orçamento e com a possibilidade de testar mais e com um carro mais evoluído em termos de suspensões, etc, poderíamos ser mais rápidos mas temos de dar graças a Deus porque o dia correu-nos realmente muito bem”. O objetivo confesso é obter a pontuação máxima para o CPR, embora o piloto do Mitsubishi preparado pela ARC Sport confesse que gostaria de lutar pela manutenção do terceiro posto no PWRC.









