Realiza-se este fim de semana no México, o Rali das Nações, uma forma que os organizadores locais encontraram para ultrapassar o facto do seu rali não ter regressado ao WRC.
A prova não é uma novidade, já foi realizada em moldes semelhantes em 2009, mas mais do que a prova, é o conceito, a ideia que parece interessante e podia tornar-se algo muito maior, e mais relevante.
Neste evento podemos encontrar nomes como Mads Ostberg, Harri Rovanpera, sim leu bem, o pai do Kalle Rovanpera, Adrien Fourmaux, Didier Auriol, Matthew Wilson, Nil Solans, Hiroki Arai (antigo piloto do programa da Toyota Young Drivers Program).
Tem muitos desconhecidos, norte-americanos, venezuelanos, e naturalmente muitos mexicanos.
Voltando à ideia e ao conceito, será que os ralis podiam pensar numa espécie de FIA MotorSport Games, mas só de ralis, em que seleções de vários países se defrontam, colocando pilotos a competir (pelo menos) nos quatro níveis mais baixos da Pirâmide dos Ralis, Rally5, Rally4, Rally3, e Rally2, com a atribuição de medalhas para os três melhores?
Uma espécie de Taça do Mundo de Ralis, só para países.
Cada um inscrevia pilotos, até um determinado limite por categoria, com a prova a realizar-se cada ano num local diferente, preferencialmente fora dos calendários do WRC, ERC.
Claro que o dinheiro é sempre o óbice, mas fica lançada a ideia, talvez numa altura mais propícia.












