Qual o melhor troço do WRC?
2012 WRC Neste Oil Rally Finland Mikko Hirvonen…
por Mattzel89
A especial de Ouninpohja no Rali da Finlândia reuniu as preferências da maioria dos ‘jurados’ , com Mikko Hirvonen a considerá-la a “mais rápida e assustadora” de todo o WRC, onde “se realizam saltos a 180 km/h com os carros 50 metros de rodas penduradas”. Já o seu navegador, Jarmo Lehtinen diz do mesmo troço que dá “tanto medo quanto prazer andar ali depressa”.
Em segundo lugar o Col du Turini, um troço que simboliza o Rali de Monte Carlo “é um local onde se passa sempre muita coisa”, diz Hirvonen. Independentemente do lado que comece, inicia-se sempre com uma longa subida até ao Col du Turini e uma longa descida até às povoações de Sospel ou La Bollene Vésubie. Tem um ambiente único no WRC e a sua dificuldade advém, na maioria das vezes, do facto das condições de piso mudarem muito nos seus 33 kms. Lá pode encontrar-se (como na maioria dos troços do Monte Carlo), asfalto seco, húmido, verglas, neve nas bermas, neve e gelo.
As melhores paisagens do WRC são na Nova Zelândia
Com a sua beleza, não é de estranhar que o Rali da Nova Zelândia seja do agrado de vários ‘jurados’ que elegeram os troços de Whaanga Coast e Batley para a terceira e quarta posições, alegando que a primeira é muito ao estilo da Finlândia, na sua primeira metade e depois desenrola-se nas falésias junto ao mar, com imagens mais do que conhecidas pelos adeptos do WRC.
A segunda, pela extrema beleza, aliadas às estradas típicas da zona, rápidas, encadeadas e estilo carrossel com subidas e descidas em estradas com ‘relevée’. Em quinto lugar fica classificada a especial de Vargasen, na Suécia, basicamente uma especial ao melhor estilo da Finlândia… com neve. A mesma que tem o conhecido salto “Colin’s Crest”.
‘Velho’ Rali de Portugal é que era
Nesta lista, dificilmente entrariam troços do Rali de Portugal. De acordo com alguns pilotos que já falámos a prova é toda muito igual em cada um dos dias, sem pontos que diferenciem fortemente os troços ainda que as zonas de Tavira, Almodôvar, Ourique e Loulé sejam bem distintas. Se na contabilidade se pudessem incluir troços do antigo Rali de Portugal a ‘conversa’ talvez fosse diferente, mas hoje em dia são muito poucos os atuais intervenientes do WRC que saberiam do que falavam. Talvez perguntando a Walter Rohrl como era possível ‘dar’ 4m40s num só troço em Arganil ao seu grande adversário na luta pela vitória, ou como Carlos Sainz bateu Juha Kankkunen em 1995 sem travões na descida da Lousã, ou no último Rali do WRC feito a norte, quando Carlos Sainz e Tommi Makkinen lutaram ao décimo de segundo pela vitória nos troços de Ponte de Lima.
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