“Para dizer a verdade, toda a época assenta na base de um rali de cada vez. Tenho um orçamento para aquilo que faço. Se o orçamento acabar então acaba-se [o programa], começou por dizer o norueguês.
“O carro em si é o meu carro particular. Estou a arriscar ao usá-lo. A Shell deu-me mais um rali este ano. Tenho de o contornar [o orçamento] para que as coisas funcionem. Quero pilotar”, acrescentou Solberg, que conquistou o quarto posto no Rali da Polónia, com um Citroën Xsara WRC já datado e pouco apropriado às características daquela prova.
“A minha mulher está em casa a trabalhar imenso. A minha equipa tem muita paixão. Penso que isso é muito bom. Uma equipa de fábrica é uma equipa de fábrica, mas nós fazemos o que podemos com a situação que temos”, acrescentou Solberg.
Sobre a possibilidade de contar com um novo carro para os próximos ralis, o norueguês gracejou com a situação e afirmou que continua a procurar uma alternativa válida.
“Pilotei um Mitsubishi na semana passada e um Subaru há algumas semanas. Talvez o Peugeot na próxima semana e um Skoda depois! Quero aprender um pouco mais aqui e ali. É divertido pilotar. Mas nunca se sabe para a Finlândia. Estou numa posição em que posso pilotar o que eu quiser, fazer o melhor que puder e divertir-me. As equipas de fábrica são diferentes”, concluiu o piloto, que está inscrito no Rali da Finlândia com o Xsara WRC, prevendo-se assim mais algumas dificuldades nos troços finlandeses, muito semelhantes aos da Polónia.











