Pedro Clarimundo regressou aos ralis o ano passado precisamente no Rali das Camélias que disputou com um Peugeot 208 R2. Este ano, quis saber o que era guiar um carro de última geração e as coisas não podiam ter corrido melhor, já que venceu a prova: “Foi uma experiência inacreditável, não deu para levar o carro ao seu potencial total, mas já deu um gozo enorme. O carro está muito acima das minhas capacidades,
requer quilómetros e experiência e este resultado ficou muito acima do que esperava. Fui-me habituando cada vez mais ao carro, que é fantástico. Em relação ao 208 que guiei o ano passado, esse era muito mais brusco, tinha que ser guiado com muito mais garra. Com este tem que se ser mais suave, até porque as condições estiveram muito traiçoeiras. Não cometi exageros, correu bem”, disse.












