Paulo Neto/Carlos Magalhães estavam a fazer um rali regular, dentro do que é habitual ao piloto fazer, e quando se preparavam para obter um lugar no top 10, o azar bateu-lhes à porta a meio da última especial de classificação, com uma saída em frente e um toque num poste: “Foi uma pena! Numa travagem numa zona suja do troço, o carro saiu de frente e acabámos por bater num poste. Foram estragos materiais fortes, mas nem eu nem o Carlos sofremos nada. Para além do nosso azar, mesmo no final da prova, deu para perceber o carro em asfalto num rali muito rápido, mas com troços bastante interessantes”, disse Paulo Neto.










