Mas será que o penta-Campeão do Mundo de Ralis tem motivação ainda para ganhar? Na opinião de Quesnel, “em 2009, ele irá guiar o C4 WRC, mas com menos provas no calendário terá mais oportunidades para outras actividades. No que se concerne aos carros de pista, não estará à partida de Le Mans porque esta clássica coincide com o Rali da Grécia pelo que a sua participação em actividades de pista deverá resumir-se a alguns testes com a Peugeot. Mas, nesta altura, tenho a certeza que as prioridades do Loeb continuam a ser manter-se nos ralis, aliás, a mesma certeza que me diz que ele estará a fazer ralis em 2010”.
Mas será assim mesmo quando para no terreno há tanta “contra-informação” acerca do que ele pensa sobre os futuros regulamentos do Mundial de Ralis? Quesnel também neste ponto não tem muitas dúvidas: “tenho a certeza que ele quer estar nos ralis com os novos “S2000 +”. Pessoalmente acredito que sejam carros divertidos de guiar ou seja, o que é o suficiente para ele. De qualquer maneira, ele até com um S1600 se conseguiu divertir no último Rali do Var, o que prova que continua cheio de motivação para continuar nos ralis. Eu diria que os ralis “conduzem-no” e que no momento em que ele perder a motivação para fazer ralis, imediatamente abandonará a disciplina”.
“Citroen e Loeb são um só!”
Mais do que o expoente máximo dos ralis de todos os tempos, o nome de Sébastien Loeb é também a principal imagem de marca da Citroen. Uma associação que Quesnel considera positiva, mesmo se o homem se sobrepõe em termos de mediatismo à máquina. “O Sebastien é um fenómeno de popularidade e há a conotação na mente das pessoas que Loeb é Citroen. Os dois nomes estão completamente integrados. Não é possível pensar num nome, sem pensar no outro e, sinceramente, fico satisfeito com isso. O “Seb” é um ser humano muito especial”, dá conta Quesnel.











