E se Marcus Gronholm tivesse que escolher um carro de competição entre todos os que guiou ao mais alto nível? À pergunta, o finlandês responde com alguma prudência, deixando denotar que a sua predilecção se divide entre dois “amores”: «naturalmente que o Peugeot 206 WRC me marcou e acabei por gostar bastante mais dele do que o modelo que lhe sucedeu, o 307 WRC.»
«O 206 foi o carro com que formei a minha identidade no mundo dos ralis e que me lançou definitivamente a carreira, apesar de mal caber lá dentro. Mas, a verdade, é que o Focus WRC que guiei nas últimas duas temporadas era praticamente perfeito. Tivemos apenas que fazer pequenos ajustes no carro durante esse tempo porque a base era já tão boa que o carro ganhou os dois primeiros ralis em que participou. Honestamente, é difícil apontar qualquer parâmetro em que o Focus tenha evoluir muito num futuro próximo pois é fácil de guiar e transmite confiança».











