O título deste texto bem poderia ser um ‘tango argentino… na Nova Zelândia’! Tal como no Rali da Argentina, também agora a equipa Citroën definiu o vencedor antecipadamente quando os dois pilotos da casa receberam ordens expressas para manterem as suas posições. Ora, como isto aconteceu no final da segunda ‘etapa’ e Sébastien Loeb era quem comandava na altura (por 6,4s), o resto da história foi uma espécie de dejá vu, com Mikko Hirvonen a baixar a voz e conformar-se novamente com o segundo lugar, atrás do seu chefe de fila.











