Hanninen havia visto Andreas Mikkelsen passar para a frente da classificação geral após a primeira especial do dia, apesar de um ligeiro exagero e toque com a parte traseira do seu carro numa curva, mas na 14ª especial, que exigia mais empenho e mais riscos por parte do piloto, Hanninen elevou o ritmo e ganhou 13,9 segundos ao norueguês.
Com essa prestação, Hanninen ganhou num só troço mais do que a vantagem que havia tido na geral em toda a prova. Na passagem por Grupo Marques, Mikkelsen venceu e ganhou alguns décimos mas a vantagem do campeão do IRC é agora de 10,9 segundos, bastando-lhe controlar o ritmo do seu adversário.
Na terceira posição e agora sem a oposição de Bruno Magalhães, que se viu obrigado a abandonar antes da 14ª especial devido a problemas de transmissão (ler em separado), Jan Kopecký roda isolado com o seu Skoda, tendo ele também sofrido com alguns problemas ao nível da direção assistida do seu Fabia S2000.
Bryan Bouffier é agora o melhor dos representantes da Peugeot, no quarto posto, tentando recuperar de um início de prova mais discreto, contando atrás de si com Patrik Sandell, noutro Skoda.
Ricardo Moura aparece num bastante positivo sexto lugar, sendo agora também o melhor dos representante portugueses em prova. Líder do Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto do Mitsubishi Lancer Evo IX, mantém a sua toada cautelosa para não correr riscos e levar o seu carro a bom porto, neste caso, com a obtenção também da pontuação máxima para os campeonatos em que está inscrito.
Seguem-no, mas a grande distância, Vitor Lopes (Subaru Impreza STI) e Vitor Pascoal (Mitsubishi Lancer Evo X), com Sérgio Silva a ser o nono, aos comandos do seu Impreza STI.










