E, se o resultado final não foi aquele que a formação desejava, ficou o registo da grande prestação de Magalhães, que foi durante toda a prova o melhore representante dos pilotos Peugeot e o único a conseguir dar lutar aos Skoda Fabia S2000.
“Estávamos a cumprir os nossos objetivos, mostrámos bom andamento, éramos o melhor dos Peugeot, mas infelizmente tivemos de abandonar. Estava a dar-me muito gozo fazer este rali nos lugares da frente e manter aquela luta com os Skoda”, afirmou Bruno Magalhães.
A desilusão era partilhada por Carlos Barros, diretor da Peugeot Sport Portugal: “Está a ser um ano difícil, mas não vamos baixar os braços. Nestes momentos temos todos que ter pensamento positivo para o futuro e pensar no próximo rali que se avizinha”, lembrou.
Com a presença no Rali Vinho Madeira, ainda por confirmar, a equipa Peugeot Portugal estará de volta ao IRC no Rali Mecsek, na Hungria, em meados de setembro.











