Depois de cumprir os objectivos traçados à partida, e que passavam por lutar pelos melhores lugares e conquistar o máximo de pontos, o Fiat Vodafone Team acabou por ser “batido” pelo azar quando, já depois de cumprida a assistência final, o Fiat Grande Punto S2000 por uma questão de natureza informática, viu comprometida a chegada a tempo ao último controlo. A consequente penalização de 10 segundos, relegou José Pedro Fontes para o terceiro lugar, depois de ter assegurada na estrada a conquista do segundo lugar, numa luta muito interessante de seguir.
O segundo lugar alcançado na Super Especial de sexta-feira, deixava antever uma boa prestação de José Pedro Fontes e foi isso mesmo que se verificou. Invariavelmente entre os três mais rápidos em prova, o piloto do Fiat Vodafone Team aproveitou do melhor modo a competitividade do Fiat Punto S2000 para suplantar a forte réplica de que foi alvo e chegar ao fim num totalmente merecido segundo posto.
Rali correu bem…quase até ao fim
“Foi uma prova muito bem disputada. Estivemos sempre muito concentrados e preparados para responder com eficácia aos ataques da concorrência que, como esperávamos, estaria muito forte”, começou por afirmar José Pedro Fontes. Em relação ao seu desempenho e do Fiat Grande Punto S2000, o piloto frisou que “este rali correu-nos bem. Havia uma enorme expectativa em torno desta primeira prova e considero que o trabalho desenvolvido está a dar os seus frutos. Acredito que continuando neste caminho poderemos ir ainda mais além.”
A respeito do tremendo azar que lhe retirou o segundo lugar, José Pedro Fontes apenas disse que “não sei o que se passou. Assistimos o carro e quando nos preparávamos para arrancar para o controlo final recusou-se a pegar. O tempo perdido a resolver a situação custou-se 10 segundos e a consequente perda do segundo lugar. É uma enorme desilusão para toda a equipa mas não há nada a fazer senão olhar em frente e esperar que tal não nos volte a acontecer”.
Nuno Lopes: «O Punto tem ‘crescido’ em competitividade»
Nuno Lopes, Responsável pela Competição da Fiat Group Automobiles Portugal, reconheceu que, “Independentemente deste malfadado desfecho, perfeitamente insólito, conseguimos garantir, na estrada, um resultado consistente que nos deixa ainda mais motivados para a época. Temos trabalhado no sentido de evoluir a competitividade do Fiat Grande Punto S2000, um automóvel que tem ‘crescido’ em competitividade de prova para prova. Os dados estão lançados, a concorrência comprovou que está forte e teremos que estar preparados para lutar pelos lugares da frente contra diversos adversários, o que também acaba por ser um motivo extra de alento na perseguição dos nossos objectivos”.
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