O facto dos Mitsubishi Lancer Evo V e VI e Subaru Impreza 555 só terem sido autorizados pela FPAK a participar no Open a menos de 15 dias da primeira prova levou que alguns pilotos criticassem o ‘timing’ da decisão. Segundo alguns concorrentes, as suas épocas tinham sido programadas com carros teoricamente inferiores quando poderiam ter apostado num modelo mais evoluído. Foi o caso de Ricardo Costa, que adquiriu um Lancer Evo IV propositadamente para o Open quando já possuia um Evo VI.
Apesar de confirmar que recebeu em Outubro um pedido de Mex Machado dos Santos para que estes modelos fossem autorizados no próximo campeonato, o presidente da FPAK diz que a decisão só agora foi tomada “porque tivemos de aguardar a clarificação da FIA sobre a extensão da homologação do Subaru Impreza 555 (FH5480), que acabou por acontecer a 23 de Dezembro. Decidimos aguardar para não privilegiar um modelo em detrimento de outro”, explica Luiz Pinto de Freitas.
Outro dos pontos que foi alvo de algumas críticas é o espaço de apenas um mês entre a última prova de 2008 e a primeira de 2009.
Pinto de Freitas defende que “a definição de um calendário é um processo complexo onde se ponderam vários factores para que as datas não colidam com as de outros campeonatos. Como se sabe, é normal não existirem ralis nos meses de Julho e Agosto devido à época de fogos e ao período de férias, o que no caso do Open nos deixou com 10 meses para encaixar 10 provas. Se respeitarmos um espaço mínimo de três semanas entre cada prova, chega-se à conclusão que o calendário não poderia ter sido muito diferente do actual. Concordo que a esta situação não é a ideal mas só em 2010 poderemos reduzir o número de provas para oito.” O responsável federativo lembrou que “as datas para 2009 foram divulgadas em Outubro, portanto ninguém pode dizer que foi apanhado de surpresa.”












