Em várias partes da estrada, os espetadores tiveram que virar as cabeças para baixo para verem os concorrentes passar. Recorde-se que esta foi a primeira vez que um rali teve uma passagem ‘subterrânea’ desde que, há 48 anos, no Rali da Suécia foi realizada uma experiência idêntica, por sinal, mal sucedida, devido aos gases tóxicos deixados pelos motores à passagem dos concorrentes.
Para a história, a ’toupeira’ mais rápida foi Petter Solberg, que cumpriu o 1,05 kms em 53.2s à média de 71.1 km/h.









