Depois do AutoSport ter levantado a lebre relativamente à ordenação da classificação do Rali Vinho Madeira tendo em conta a separação dos diversos eventos em competição – European Rally Trophy, Campeonato Nacional de Ralis e Campeonato da Madeira de Ralis -, há outro detalhe interessante que importa esclarecer, para além dos campeonatos em disputa. Por exemplo, a ordenação da classificação do Rali Vinho Madeira no final da sétima especial, quando terminaram os eventos do Campeonato Nacional de Ralis e Campeonato da Madeira de Ralis.
Não há qualquer espécie de dúvida que foi a dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte, em Porsche 911/997 GT3 quem obteve a pontuação máxima, tendo em conta as equipas inscritas no CNR, mas a verdade é que, na prática, quem venceu, no plano competitivo, o rali foi Bruno Magalhães.
Em termos estatísticos, quem vê averbado o triunfo é Bruno Magalhães e não José Pedro Fontes, que o que conseguiu foi a pontuação máxima na prova madeirense. Se em termos práticos, tendo em conta a divisão de prova, isso não importa muito, em termos estatísticos faz a diferença, pois para a contabilidade de vitórias e triunfos à geral a prova madeirense foi efetivamente ganha por Bruno Magalhães.
Um bom exemplo para o perceber é fazer o seguinte exercício. Se Bruno Magalhães levasse o seu Peugeot 208 T16 R5 ao Rali de Mortágua (próxima prova do CNR) e terminasse na frente e José Pedro Fontes em segundo, ninguém diria que o piloto do Porsche venceu o rali, mas sim que obteve a pontuação máxima no CNR… Foi o que aconteceu no Rali Vinho Madeira.








