Um dos factos mais notados neste Azores Rali foi a qualidade apresentada pelo piso das provas especiais. Apesar da chuva ter estado presente no evento, ninguém se queixou da qualidade do piso encontrado nos troços cronometrados que, quase na totalidade, eram verdadeiras auto estradas em terra. Esse foi o resultado do grande esforço realizado pelos organizadores e governo e autarquias locais na recuperação de estradas que haviam sido bastante afetadas, apenas uma semana da prova ir para a estrada devido à muita chuva caída na ocasião.
A única exceção a essa nota dominante foi a da super-especial do Grupo Marques, uma classificativa única realizada no bonito e exemplar anfiteatro de uma pedreira explorada pela empresa que dá nome à classificativa. Apesar de nada fazer prever que fosse existir tanto pó, os promotores regaram o terreno mas tal não foi suficiente para que a poeira fosse muita e tivesse afetado concorrentes como Alexey Lukyanuk e Ricardo Moura que se viram mesmo obrigados a parar, sem qualquer tipo de visibilidade, na primeira passagem por aquela prova especial, na tarde de sexta-feira. A organização tentou melhorar a rega no dia seguinte, mas voltou a surgir o mesmo problema no sábado, coma agravante de estar menos vento e o pó permanecer mais tempo no ar.











