Tem sido um dos factos mais comentados deste ano. A FIA tem optado na maior parte dos eventos realizados sob a sua égide por aplicar multas pecuniárias aos concorrentes que de alguma forma não tenham respeitado os regulamentos. Todas estas penalizações têm sido efetuadas de forma zelosa e célere e em detrimento de penalizações desportivas. Este comportamento já levou a que alguns amantes do desporto motorizado tenham efetuado “análises e estudos” sobre os montantes arrecadados pela federação internacional ao longo do ano.
Nesta altura, a média de coimas no ERC ronda os 15.000 euros.
Na comunidade do desporto automóvel esta posição tem da FIA tem levado a análises e comentários jocosos e já surgiram mesmo grupos em várias aplicações informáticas em que existem prémios para as apostas que os intervenientes realizam não só nos montantes a arrecadar pela federação internacional em cada um dos eventos mas também nos possíveis motivos que levem aquele organismo a aplicar as sanções.
Uma das penalizações que tem gerado maior controvérsia e sarcasmo foi aquela aplicada a Yohan Rossel no Rali da Acrópole.
Para além disso, muitos têm sido os concorrentes a se lamentar de algumas das ações de fiscalização efetuadas pelos comissários técnicos da federação internacional. Um dos seus atos de verificação neste Azores Rali visou o uso da balaclava e foi efetuado entre a meta e o stop de uma prova especial. Algo não muito lógico e que criou algumas situações perigosas devido à surpresa em que vários pilotos tiveram a meio de uma zona de desaceleração…











