Vítor Pascoal não teve uma prova fácil do Rally Casino de Espinho. Por um lado a natureza do evento não favorecia o seu Porsche 911 GT3 Cup, e por outro lado a mecânica também não ajudou. Acresce ainda o facto de em RGT o piloto de Amarante não ter concorrentes, já que apesar de inscrito Adruzilo Lopes não compareceu na prova do Targa Clube.
A motivação de Vítor Pascoal nesta quarta prova do Campeonato Nacional de Ralis era sobretudo dada pelo facto de poder marcar pontos importantes, já que de resto não tinha nos troços do Rally Casino de Espinho um terreno muito favorável para exprimir o potencial do Porsche. “Esta não é uma prova muito indicada para o Porsche, pois além de possuir classificativas muito sinuosas para as suas características o piso também não era adequado, muito irregular. Assim sendo fiquei muito limitado. E, como se isso não bastasse, ainda parti uma das suspensões dianteiras do carro”, queixou-se o piloto amarantino no final do rali,
Não ter um concorrente da mesma classe também não facilitou a tarefa do piloto amarantino: “Claro que é sempre bom ter adversários da mesma categoria para termos referências. Fui vendo como outros concorrentes se comportavam”, admitiu Vítor Pascoal. “Com tantas contrariedades o melhor deste rali foram os pontos que acabei por marcar. Espero que noutras situações seja possível mais partido do 911 GT3 Cup. E isso vai ser possível numa prova como o Rali Vidreiro, que se adequa mais às características do Porsche”, acrescentou o piloto de Amarante.









