Era indescritível no final do rali o desânimo de Miguel Nunes no final da prova. Depois de ter entrado para o derradeiro troço, 1.7s na frente de Alexandre Camacho, o vencedor do Rali da Madeira de 2020 fez um pião e bateu com a roda traseira esquerda, danificando a suspensão, terminando aí as suas hipóteses de vencer.
Muito naturalmente, à chegada ao Funchal, a imagem da alegria do lado das hostes de Alexandre Camacho contrastavam com o lado de Miguel Nunes, o espelho do desalento. Também a pilotar um Skoda Fabia Rally2 Evo, Miguel Nunes esteve no comando da prova organizada pelo Club Sports da Madeira da primeira à penúltima prova especial e acabou mesmo por ser forçado a desistir, apesar de ter concluído a última classificativa:
”Fizemos um pião e tocamos com a roda traseira, mesmo na zona onde estava a acabar a parte molhada. Vínhamos a tentar arriscar um bocadinho. É completamente desanimador perder assim.”











