Eric Camilli foi um dos pilotos chamados para integrar a equipa Toyota no seu regresso ao Campeonato do Mundo de Ralis. Aos 27 anos, o francês tem apenas dois anos de experiência e 25 ralis disputados mas é apontado como uma das certezas futuras do WRC, onde começou, de resto, já a brilhar no Rali de Monte Carlo, onde foi o piloto que mais classificativas venceu ao nível do WRC2, terminando a prova em quarto depois de um furo e um toque.
De resto, a Toyota será responsável pelo pagamento da época do piloto no WRC2, num Ford Fiesta R5, preparando o piloto que venceu a operação Rallye Jeunes no final de 2012 e que até agora tem tido o apoio da FFSA (federação francesa) para poder ser um dos seus pilotos oficiais quando se estrear em 2017 (o que não é, obviamente, ainda garantido).
Numa recente entrevista ao jornal francês L’Equipe, o promissor piloto explicou que foi parar à Toyota depois de uma sessão conjunta de testes onde também participaram Stéphane Lefebvre, Kevin Abbring, Pontus Tidemand e Teemu Suninen, admitindo que “talvez a assinatura do Abbring com a Hyundai tenha facilitado as coisas”. Para Camilli, “é uma honra assinar um contrato com o primeiro construtor automóvel mas sei que tudo chegou muito depressa e que tenho que provar a mim mesmo, em primeiro lugar, trabalhando e aprendendo”.
Em relação ao Yaris WRC, Camilli afirma ter várias sessões de testes programadas, tanto em asfalto como em terra, na companhia de Stéphane Sarrazin e Sebastian Lindholm, que ajudarão a desenvolver o carro. O francês referiu também que “espero aprender muito ao lado destes pilotos que são muito experientes. A Toyota tem o futuro focado comigo e quer construir algo sólido e só me resta trabalhar muito para não os dececionar. Não devo repousar à sombra dos meus louros, especialmente porque não são tantos assim…”, referiu o piloto francês.
Foto: @world






