No final do dia, Bruno Magalhães confessava que “a primeira parte não correu bem, por ter ficado sem travões, mas na segunda parte, resolvido o problema no Parque de Assistência, pude andar em bom ritmo”.
Em relação à prova, o piloto é claro ao reconhecer que “não temos condições para estar mais à frente, face à superioridade dos carros que nos antecedem. Mas fiquei mais satisfeito na segunda passagem. Com os problemas resolvidos, andámos em bom ritmo e reduzimos a desvantagem para os outros, o que quer dizer que estamos a andar depressa“. Para amanhã, Magalhães não esconde que “quero andar no ritmo em que andei hoje [ontem] à tarde”.
Para Carlos Barros, o diretor desportivo da Peugeot Total Portugal, “começar um rali com problemas é sempre mau. A meio do primeiro troço, o Bruno ficou sem travões traseiros e a partir daí levantou o pé para chegar ao fim. Tentou ver se conseguia resolvê-lo, isso não foi possível, e manteve a toada cautelosa até ao Parque de Assistência, onde fizemos uma purga aos travões, que na segunda passagem já funcionaram em pleno. Provavelmente terá havido um sobreaquecimento do óleo no circuito traseiro, mas depois do problema resolvido foi sempre a andar. Amanhã vamos continuar no mesmo ritmo das passagens desta tarde e vamos fazer o nosso rali.”








