O processo foi complicado, mas a exemplo de anos anteriores, acabou bem, e pela primeira vez, vamos ter um piloto nacional com um programa completo no WRC. E logo com o mítico símbolo da MINI. Fosse outra marca e provavelmente não teria o mesmo impacto. Mas a verdade é que o nome MINI faz parte da história dos ralis mundiais. As míticas vitórias em Monte Carlo na década de 60 do século passado ainda não foram esquecidas e ter a MINI de novo nos ralis tem outro simbolismo. Mesmo se este MINI nada tem a ver com o seu antecessor:
“É verdade que correr de MINI tem o seu impacto. A marca está bem viva na memória de quem acompanha a modalidade e fazer parte deste projeto é fazer parte da história da MINI”, recordou Armindo Araújo. Ainda segundo o piloto “O MINI parece um carro fiável e com muito potencial. Todos sabemos que há muito trabalho a fazer e por isso não vamos pensar em nada que não seja o evoluir gradualmente para no futuro chegar a bons resultados. Foi assim que encarei a minha entrada no PWRC e é com essa ideia que vou agora começar este grande projeto”, lembrou.
Aliás, a própria marca traçou já um plano para o ‘assalto’ ao WRC, a lembrar a Citroën: “Este ano, a MINI pretende apenas evoluir o carro e ganhar quilómetros e experiência, para em 2012 tentar os primeiros pódios e vitórias e em 2013 tentar chegar ao título mundial. É uma forma de pensar que se adapta à minha, pois há trabalho pela frente antes de pensarmos em ganhar. Espero que o adepto português também não se esqueça disso…”, confessou.












