Armindo Araújo terminou a primeira etapa do Rali da Nova Zelândia em primeiro, já que foi capaz de impôr um ritmo forte de início, conseguindo memso melhorar substancialmente as suas prestações nas segundas passagens pelos troços
Para já, o piloto português tem consciência que a margem é curta, pelo que há que continuar ao mesmo ritmo, de modo a que os adversários não tenham hipótses de recuperar: «Estamos muito satisfeitos em terminar a etapa em primeiro, embora com a plena consciência que há ainda muito rali pela frente. Mas pelo que nos apercebemos teremos que continuar a atacar e a impôr um ritmo forte como até aqui porque a diferença ainda é curta. O carro está do meu agrado em termos de afinações e também nos ajudou a ganhar confiança».
Saiba o que se passou, troço a troço, na primeira pessoa:
PE 1 – «Correu tudo bem, embora a suspensão tivesse demasiado dura para as características da especial. Fiz o quarto tempo a 6.3s do Toshi Arai»
PE 2 – «Fiz alguns acertos na suspensão com os “clicks” e resultou, mas tivemos algum azar já que fizemos metade do troço com problemas de travões porque rebentou um tubo atrás. Este era a primeira passagem pelo troço grande, mas ainda assim, só fiquei atrás do Juha Hanninen, a 8,5s. Na geral, passei para segundo a 10.1 do finlandês.»
PE 3 – «Correu bem, mas o tempo não foi nada de especial e não sei explicar exactamente porquê. Na segunda passagem melhorei sete segundos, mas a verdade é que na segunda passagem pelo maior troço…tirei 29 segundos ao tempo da primeira passagem…»
PE 4 – «…pois ataquei muito forte, e esta era a segunda passagem pela maior classificativa do dia. Não cometi erros, correu bastante bem, e batemos o recorde absoluto do troço por 5 segundos que datava do ano passado feito pelo Haninnen.»
PE 5 – «Havia um salto muito grande na Super Especial e preferimos não arriscar. Também não arrancamos de forma perfeita pelo que perdemos algum (pouco) tempo».









