Fim de semana atribulado para Rui Gonçalves em Inglaterra
Nas sessões de treinos Rui Gonçalves voltou a imprimir um andamento forte que se traduziu num bom lugar na grelha para a manga de qualificação. Nesta manga o piloto do Team Honda World Motocross iria sentir algumas dificuldades em progredir numa pista, que apesar de larga, só tinha uma trajetória verdadeiramente eficaz, terminando em nono.
Na primeira manga de domingo, Rui Gonçalves não seria muito feliz na largada mas fruto de algumas ultrapassagens cumpria a primeira volta na quarta posição, a qual manteria durante cinco voltas. No entanto, com o decorrer da corrida, o piloto de Vidago sentiria alguns problemas com a suspensão traseira da sua moto sendo obrigado a reduzir o andamento, baixando para sexto.
“Para mim foi um fim de semana muito atribulado. Vinha confiante para esta prova depois dos bons resultados obtidos nas últimas provas. O meu objetivo era capitalizar o facto de ter alguns adversários de fora para subir na tabela classificativa e atacar as posições cimeiras do Campeonato. Na primeira manga comecei bem rodando no 4º posto durante algum tempo. A meio da manga senti alguns problemas com o amortecedor traseiro, depois apanhei alguns sustos e tive de acalmar um pouco o andamento”, explicou o piloto.
A segunda manga seria a mais atribulada do dia em todos os sentidos. Esta corrida seria interrompida depois de uma violenta queda entre Billy Mackenzie e Tanel Leok evitada ‘in extremis’ por Rui Gonçalves. Na segunda largada, Gonçalves voltaria a efetuar um bom arranque rodando no quarto posto durante praticamente metade da corrida. A partir dos 15 minutos Gonçalves voltaria a sentir as fortes cãibras que já tinha sentido na Suécia, e que se espalharam pelo corpo inteiro. Incapaz de lutar pelas posições cimeiras Rui Gonçalves foi descendo na tabela classificativa à medida que o seu corpo entrou em colapso. Mesmo na última volta um toque com Antoine Boissiére provocaria a queda de Rui Gonçalves que assim perdia cinco lugares de uma assentada, terminando a manga completamente esgotado.
“A segunda manga foi tremendamente difícil. No primeiro arranque levei diversos toques do Mackenzie e perdi muitos lugares. Quando o Mackenzie e o Leok caíram à minha frente não lhes toquei por pouco. Na segunda largada já deu para ganhar alguns lugares e voltei a ocupar o quarto posto durante algum tempo. A partir dos 10 minutos comecei a sentir os problemas físicos que já tinha sentido na Suécia. A partir dos 15 minutos tornou-se quase incomportável agarrar-me à moto. Tinha cãibras em todo o corpo e fiz tudo por tudo para manter a minha posição mas tal não foi possível. Na última volta, quando ainda ia em nono, tentei defender a minha posição de um ataque do Boissiere e fomos os dois ao chão e com isso perdi muito tempo. Esta semana vou estar com o meu médico para encontrar uma solução definitiva para este problema”, asseverou o piloto luso.
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