A FPAK divulgou finalmente o regulamento do Campeonato Nacional de Montanha, uma competição que terá oito rampas – Penha 1, Falperra, Serra da Estrela/Covilhã, Porca de Murça, Cami, Caramulo, Penha 2 e Srª da Graça – e para o qual contarão os sete melhores resultados.
A principal alteração face a 2013 prende-se com o facto do novo regulamento passar a permitir a participação de monolugares de fórmulas internacionais (até 3 litros) e bem como protótipos também até 3000 cm3, numa medida que surpreendeu alguns pilotos que tinham já feito investimentos em veículos de CN de cilindradas inferiores que pensavam ir ser os mais competitivos.
Por outro lado, pelo regulamento também se ficou a perceber que só os concorrentes da Categoria 1 e 2 poderão lutar pelo título absoluto uma vez que este está vetado às restantes categorias 3, 4, 5 e 6 (Clássicos).
Em termos desportivos, e como acontece no Campeonato Nacional de Ralis, também haverá bonificações nas pontuações pois quem participar em sete provas obterá mais 5 pontos e quem o fizer nas oito rondas mais 10 pontos.
Ainda ao nível da pontuação, o condutor mais rápido nos treinos oficiais receberá igualmente um ponto extra e o que for mais rápido na subida de prova não contabilizada também verá adicionado mais um ponto à sua contabilidade pessoal (numa medida que pretende ‘obrigar’ os pilotos a fazerem as três subidas e não apenas as duas de onde extraem os melhores tempos).










