O ACO (Automobile Club de l’Ouest) organizou no passado fim de semana a 25ª edição das 25h de Le Mans em karting. Este ano, contrariamente às habituais 24h de corrida o ACO em alusão à 25ª edição optou por realizar a corrida de 25 horas.

Trata-se de uma das provas de resistência mais conceituadas do mundo realizada no Circuito Alain Prost, circuito esse que faz parte integrante do complexo desportivo de Le Mans.
Portugal foi representado pela equipa Portuguesa Studio D / Jopedois constituída por cinco pilotos (André Castro, Mário Castro, Duarte Castro, Luis Jardim Pereira e Tiago Lopes) e auxiliada na gestão de corrida pelo Pedro Magalhães e o Rafael Cunha.
Com 41 equipas à partida, adivinhava-se uma corrida muito difícil não só pela sua duração mas também pela competitividade.
Na qualificação a equipa portuguesa não foi além do 13º lugar da grelha mas a apenas 0,4 segundos da pole position o que demonstra bem a competitividade entre as equipas.
O início da corrida deu-se pelas 13h locais de sábado.
A equipa Lusa começou bem a prova e foi subindo posições até ao 9º posto mas uma saída para a gravilha numa altura da corrida que chovia bastante obrigou a uma passagem pela box e consequente perda de posições, caindo para 22º.
Nada estava perdido e a equipa voltou a demonstrar um andamento dentro das mais rápidas em pista e foi subindo posições chegando rapidamente ao 12º posto até que a sensivelmente meio da corrida debateu-se uma grande tempestade que obrigou mesmo à paragem da mesma por um período de 30min sensivelmente.
Com o recomeço, seria a hora para atacar e todos os pilotos Lusos o fizeram com distinção conseguindo sempre tempos por volta dentro dos cinco melhores em pista até que chegaram a ocupar a 7ª posição quando faltavam 7h para o final. Mas um pequeno problema obrigou-os a fazer mais uma passagem extra pela box que os fez baixar para 12º.
Daí para a frente restava a todos os pilotos darem o seu máximo até final com o objectivo de pelo menos conseguirem entrar no top 10 e foi o que todos eles fizeram, conseguindo uma recuperação notável (que nem os próprios pensavam ser possível) e lograram passar a bandeira de xadrez num excelente 6º lugar da geral.
Foi, como sempre, uma corrida fantástica, mas este ano ainda mais difícil devido às constantes alterações de aderência da pista, na qual terminaram as 41 equipas presentes à partida.












