“Ainda não existe um contrato, mas eles precisam de alguém experiente enquanto eu estou livre depois de ter deixado a Force India, por isso todos os elementos estão lá. Penso que eles fizeram os seus cálculos e perceberam que precisam de alguém capaz de desenvolver o carro”, afirmou o italiano à publicação.
“Apenas andar com o carro às voltas na pista é inútil. A experiência é boa para a imagem da equipa e para o seu potencial no futuro. Quando os resultados aparecerem, então poderão pensar em dinheiros da TV e nas verbas dos patrocínios”, acrescentou. Recorde-se que a formação espanhola conta com um orçamento muito limitado, necessitando de pilotos pagantes, algo que Liuzzi sempre disse que não iria fazer. No entanto, admite que estão a ser feitas algumas concessões de ambas as partes, “um esforço recíproco”, como lhe chama.
Liuzzi testou o monolugar de 2010 da HRT no penúltimo teste de Barcelona e garantiu que pôde sentir desde logo quais as fraquezas do chassis e como o melhorar: “Mal me sentei no carro senti que o equilíbrio era mau. No entanto, ao longo do resto do dia, fizemos algumas modificações e pela tarde tivemos um carro bem equilibrado. A traseira era muito boa, podia-se pilotar bem”, garantiu, adiantando ainda que a luta da equipa é bater a Lotus e a Marussia Virgin.










