Agora na liderança do Mundial de Pilotos, Fernando Alonso é aquele que está em posição mais delicada, mesmo se os seus rivais estão, também, já numa fase de gestão de propulsores. O piloto espanhol conta com oito motores Ferrari utilizados no seu monolugar, com a equipa italiana a gerir de forma cuidada a quilometragem de cada unidade montada no seu F10. Neste sentido, a Ferrari conta com três motores disponíveis, cada um com dois grandes prémios já disputados, sendo ainda de considerar a utilização ao longo dos treinos livres. Felipe Massa conta com dois motores com uma corrida e um com duas corridas disputadas.
Na Red Bull, a calma aparente transformou-se nalguma preocupação, com Sebastian Vettel e Mark Webber a usarem os seus oito motores, sendo que no caso do alemão quatro contam já com duas corridas disputadas. Vettel conta, ainda, com um motor com apenas uma corrida efetuada, mas trocado após o GP do Bahrein, foi usado apenas em treinos livres. Mark Webber tem três motores com duas corridas e um motor estreado na Coreia, portanto, com apenas uma corrida.
Na McLaren, a situação é ligeiramente melhor do que a da Red Bull, com Lewis Hamilton a contar com três motores com duas corridas e dois motores com uma corrida cada. Jenson Button está na mesma situação.
De notar que na McLaren, a fiabilidade dos motores Mercedes tem sido referencial, pois até aqui apenas um propulsor cedeu, mas por razões que acabaram por ser externas à própria utilização do motor. Isto porque, no Mónaco, um dos mecânicos da equipa de Woking se esqueceu de retirar uma tampa do radiador do monolugar do piloto britânico, sobreaquecendo e partindo em plena corrida.








