“Encontrar o espaço certo no já apertado calendário vai ser uma tarefa muito difícil”, afirmou Norbert Haug, diretor de competição da Mercedes, à agência noticiosa alemã SID. “Não me parece viável. Temos de pensar, antes de mais e sobretudo, nos membros das equipas”, acrescentou Haug acerca da hipótese de colocação de três provas em três fins de semana consecutivos.
Timo Glock, piloto da Marussia Virgin, alinhou pelo mesmo tom, considerando que isso seria muito exigente para a logística das formações: “Para os pilotos não seria problemático. Mas para a equipa e para os mecânicos é muito diferente e mais difícil”, afirmou.
Entretanto, Adam Parr, responsável da Williams, afirmou ao Autosport.com que a equipa de Grove iria provavelmente falhar o Grande Prémio do Bahrein caso o mesmo não tivesse sido cancelado, com o britânico a apontar razões de segurança: “A decisão [de cancelar a prova] foi a mais acertada por parte do Príncipe da coroa local e, se por qualquer razão isso não tivesse sucedido, penso que não teríamos ido. Se o GP do Bahrein tivesse seguido em frente, creio que nós e, suspeito até que todas as outras equipas, não iríamos”.








