Os dois primeiros treinos livres do GP da Malásia em Fórmula 1 registaram temperaturas máximas do asfalto abrasivo de 49º C, mas nem por isso a degradação termal e o desgaste dos pneus saiu das expetativas da Pirelli. O composto duro estreou-se em 2014, tendo uma diferença de tempos por volta entre um e 1.2 segundos para o médio durante o dia de hoje.
Paul Hembery, diretor desportivo da Pirelli, revelou que houve menos borracha em pista, e falou de um treino livre inaugural menos representativo devido à grande quantidade de lixo não pertencente à F1. O responsável explicou que no segundo treino, “tivemos uma leitura mais representativa das condições da pista, e vimos um intervalo de um a 1.2 segundos entre os pneus duros e médios, que deve manter-se consistente se as temperaturas permanecerem altas”. Hembery referiu ainda que os médios deverão melhorar com temperaturas mais baixas, embora realce que “ainda estamos num ponto inicial do ciclo de desenvolvimento dos monolugares, por isso todos terão que analisar os dados muito cautelosamente para formular uma estratégia”.
O britânico lembrou ainda das grandes possibilidades de chuva na Malásia, onde nos dois primeiros treinos livres o melhor tempo foi estabelecido com diferentes tipos de pneus (duro usado para Lewis Hamilton na primeira sessão e médio novo para Nico Rosberg na segunda).








