O aumento do número de corridas por ano tem sido muito falado pelos responsáveis da F1. Já longe vão os tempos em que tínhamos 15 ou 16 corridas por ano e a tendência é de aumentar o número de provas, com a Liberty a querer chegar às 25 provas por época. Já as equipas torcem o nariz a essa ideia pois a exigência logística e no pessoal que viaja para os quatro cantos do mundo, sem grande descanso, torna a ideia pouco apelativa, além de ir contra a ideia de sustentabilidade e de limitação de custos.
O aumento do número de corridas levará ao aumento das chamadas “jornadas triplas” com três fins de semana seguidos de provas, algo que todas as equipas detestam, pelo impacto que tem nas pessoas que trabalham no Grande Circo. Com o cansaço das pessoas o espetáculo perde qualidade e estar a adicionar novas corridas apenas para ganhar mais dinheiro, sem garantias de um espetáculo de qualidade parece contraproducente. Mais que isso, a F1 corre o risco de perder o brilho pois o que é escasso é sempre visto com mais interesse e por isso ganha mais valor. Por outro lado, quanto mais corridas, maior exposição mediática, maior contacto com os fãs e surge a possibilidade de entrar em mercados emergentes.
A questão que deixamos aos leitores esta semana é simples. Quantas corridas deveriam ser feitas por ano? Qual o número ideal de provas? É apologista do “pouco mas bom”, ou do “quanto mais, melhor”? Prefere uma F1 com menos corridas mas com os intervenientes sempre no topo da sua forma, ou quer ver mais provas independentemente das implicações para os artistas? Diga-nos o que pensa.
Para facilitar a votação, colocamos intervalo de número de corridas, que representam o que já tivemos no passado, a situação atual e o que pretende ser feito no futuro.











