George Russel é de momento o líder da GPDA (Grand Prix Drivers Association) e depois da FIA ter trocado os serviços de Niels Wittich, antigo Diretor de Corrida por Rui Marques, o piloto inglês revelou que a GPDA não tinha conhecimento antes de acontecer: “não estávamos a par. Acho que foi uma surpresa para toda a gente”, falando depois no eventual risco que é ter um novo diretor para três corridas, começando logo com uma muito difícil:
“Agora há muita pressão sobre o novo diretor da corrida, mas tenho a certeza de que vai desempenhar muito bem o cargo, mas esta não é uma corrida fácil para um novo diretor de corrida”, disse.
Também Kevin Magnussen e Esteban Ocon foram questionados sobre o mesmo tema, até que ponto estão preocupados com o facto de terem um novo diretor de corrida a três corridas do fim?
Para Kevin Magnussen “não sei se é uma grande preocupação. Acho que é um trabalho difícil e um trabalho que requer experiência e, para ser sincero, não sei se o novo diretor tem muita experiência. Sei que ele vem da F2 e da F3, por isso deve ter alguma experiência. Espero que se saia bem. Penso que todos nós, certamente eu, temos tendência a comparar os dias de Charlie Whiting com os dias em que ele era alguém com quem nos sentíamos realmente ligados e sempre sentimos que estávamos a ser ouvidos, enquanto agora parece que somos quase todos nós contra eles e devia ser definitivamente mais uma cooperação e uma ligação mais próxima entre nós e eles, porque nos podemos ajudar muito uns aos outros. Esperemos que o novo diretor ajude a ir nessa direção”, disse o dinamarquês.
Já Esteban Ocon: “acho que não é uma corrida fácil de começar, aqui, com um circuito citadino. Mas acho que o Rui Marques veio de Macau há pouco tempo, por isso é provavelmente um circuito mais difícil do que este.
E sim, estou ansioso por o conhecer e ter boas conversas com ele na reunião de pilotos e ver como ele trabalha. Tenho a certeza que vamos falar muito sobre como ele faz as coisas, que ideias tem sobre temas muito importantes para nós, como limites da pista, lancis, etc. Toda a gente tem a sua maneira de fazer as coisas. E sim, precisamos obviamente de comunicar bem em termos do que achamos que é muito importante para o futuro.
FOTO MPSA/Philippe Nanchino











