Embora Sebastian Vettel , Daniel Ricciardo ou o antigo piloto Alex Wurz defendam o sistema de proteção de cockpit Halo, há também os que se mostram irredutíveis com a medida, cuja introdução, prevista para o próximo ano, foi adiada para 2018.
“Quase que me senti enjoado. Senti algo semelhante à claustrofobia”, disse Romain Grosjean, citado pelo Auto Motor und Sport. Para Nico Hulkenberg, o Halo “limita a visibilidade, em particular durante uma sequência de curvas, como acontece no traçado de Singapura. Penso que a FIA fez bem em atrasar a sua introdução”, revelou o futuro piloto da Renault, com o apoio do também futuro colega de equipa: “Em caso de fogo prefiro não ter o Halo por cima do cockpit”, garantiu.
MAIS SEGURA
“Penso que temos de esperar que a sua introdução seja revertida. Já nos queixamos sobre isso”, disse o inglês, com Hulkenberg a referir que mal consegue “cumprir os 10 segundos” do processo de sair do carro e retirar o volante. Também Marcus Ericsson, um dos pilotos mais altos do plantel, em conjunto com o alemão, revelou que foi “difícil” para si “sair do carro”.
Palmer questionou depois a necessidade da medida, replicando que a Fórmula 1 já é suficientemente segura:
“Com as grandes escapatórias, a Fórmula 1 já não é tão perigosa como costumava ser”, garantiu.












