Este arranque de Mundial de Fórmula 1 foi quase tudo o que queríamos que fosse. Resultado à parte, não é isso que interessa para a questão, agora, só falta mesmo que as equipas resolvam os problemas de fiabilidade e que a Mercedes e a McLaren se juntem a quem já está junto, lá na frente, a Ferrari e a Red Bull.
Se o campeonato do ano passado foi o que foi, numa luta a dois, duas equipas e dois pilotos, imagine-se se o destino ‘quiser’ que este ano tudo seja uma versão revista e aumentada de 2021, com quatro equipas e oito pilotos.
Sim, porque as quatro principais equipas todas elas têm pilotos capazes de vencer corridas, e porque não, campeonatos.
Se o melhor que podia acontecer à F1 foi a luta que todos assistimos no ano passado, imagine-se este ano termos algo ainda muito melhor? Há precisamente 10 anos, 2012, oito pilotos diferentes venceram corridas, e pelo que se viu na primeira corrida e acreditando que nenhuma delas se vai distanciar das outras da mesma forma que em 2014 e nos anos seguintes a Mercedes o fez, talvez tenhamos entrado num período da F1 que seja a antítese de 2014 a 2020. Sem tirar o mérito à Mercedes, não foi bom para a F1.
Talvez tenhamos agora o prémio pela paciência. Os carros são fantásticos, ficou claro que é possível rodarem bem mais perto em pista, já se fala em fazer desaparecer o DRS, esse ‘mal’ ainda necessário, pelo que, claramente, estamos no bom caminho.
Ver a Haas no quinto lugar, a Alfa Romeo, depois da pobre fiabilidade dos testes, ter ressurgido, é muito bom. Há mais equipas com potencial para melhorar, portanto…










