Depois de ter dito inicialmente que não estava preparada para assinar o novo Pacto da Concórdia a Mercedes falou com a Liberty Media e mudou de posição.
A Mercedes revelou há dias que iria permanecer na Fórmula 1 no próximo ano, mas não se iria comprometer com os cinco anos completos propostos para o novo Pacto da Concórdia.
Ainda em Silverstone, Toto Wolff afirmou que a Mercedes era a “maior vítima” dos termos comerciais propostos para o acordo que estava em cima da mesa de 2021 a 2025, e que por isso “não estava pronta para assinar”.
Contudo, dias depois, Toto Wolff revelou que a Mercedes passou a estar muito mais perto de assinar o novo acordo comercial: “Tenho sido bastante eloquente ao dizer ‘isto é o que precisamos e estes são os esclarecimentos de que precisávamos para avançar’, mas mudei a minha opinião em Silverstone pelo facto que já tinha dito antes: Não creio que as equipas alguma vez se unam.
Todos tentam conseguir alguns pequenos acordos unilateralmente, e há uma cultura de culpa na imprensa. Por isso, decidimos avançar com a Liberty. Tive algumas discussões muito construtivas com o Chase (Carey, CEO da F1) durante o último fim-de-semana e a maioria dos esclarecimentos que queríamos foram discutidos e sinto que agora estamos numa boa posição para assinar o Acordo da Concórdia e seguir em frente”.
A janela para a assinatura do acordo começa a 18 de agosto e o prazo final para a assinatura é 31 de agosto. Há muito que existia um esboço de acordo, que determina as condições comerciais sob as quais todas as equipas se vão reger pelo período de 2021 a 2025, mas a perturbação resultante da pandemia, e a insatisfação de algumas equipas relativamente ao acordo privado entre a Ferrari e a, levou a que esse consenso ‘tremesse’. Pelos vistos, agora, tudo voltou aos trilhos…











Afinal a Mercedes não se extingue, como já era apregoado por muitos!
Outro pacto?… alguma coisa está novamente na manga.
…como assim? Todas as equipas têm conhecimento do teor da proposta do novo Pacto. É um acordo geral de regime para um periodo. Sempre foi assim na F1. Se depois os departamentos técnicos sabem explorar melhor ou pior o quadro, é uma consequência de identidade e meios.
Não há mangas, só cabeças e unhas.
Saem estes entram outros do mesmo “lote”… tudo vai continuar