Fernando Alonso está de regresso às Indy 500 para a sua terceira tentativa de alcançar a Tripla Coroa. Até começou bem, mas tem vindo a cair na tabela dos treinos livres.

Decorrida que está a primeira ação em pista, Fernando Alonso já está um passo à frente do que fez o ano passado em termos de ritmo, mas no segundo treino livre não evitou um aparatoso acidente, batendo violentamente no muro, indo parar ao pitlane. Não ficou ferido, já foi autorizado pelos médicos a regressar à pista na que será a terceira tentativa do espanhol para conseguir a Tripla Coroa. Foi apenas um susto para Fernando Alonso, mas ainda assim completou 126 voltas.
O espanhol foi quinto na primeira sessão, a 0.231s da frente, na segunda foi oitavo a 0.308s e na terceira, foi 25º a 0.621s. Enquanto na frente aumentam o ritmo, o espanhol cai na tabela.
Seja como for, e tendo em conta que este ano não existe o risco de ficar de fora, na qualificação, o espanhol que não guiava numa oval desde as Indy 500 do ano passado, teve de completar uma espécie de ‘curso’ no seu regresso. Enquanto os veteranos rodavam, o espanhol teve que esperar, mas o seu registo final colocou-o no quinto posto no final dos primeiros treinos livres.
O foco para já é trabalhar no carro pois o importante é a corrida e aí tudo pode acontecer.
Estes treinos livres têm servido para alguns se concentrarem nas ‘instalações’ de qualificação, outros fazem trabalho de corrida, pelo que os registos nunca são muito fidedignos da rapidez, isso só mesmo na qualificação.
Até aqui, o espanhol não tem tido problemas com o aerosceen. Enquanto as equipas estão familiarizadas com a nova ‘peça’ desde as primeiras corridas de 2020 o aeroscreen é novo nas Indy 500 e a verdade é que como se esperava o aeroscreen altera o fluxo de ar sobre o carro, mas o feedback inicial dos pilotos foi positivo.
Contudo, o peso acrescido leva a ser necessário encontrar nova configuração face ao ano passado, e também perceber como afeta o desgaste dos pneus.
Vamos ver como se sai o espanhol este ano, já que sem dizermos que é agora ou nunca a verdade é que em 2021 e 2022, pelo menos, não voltará às Indy 500 pois tem contrato com a Renault na F1.
Foto IndyCar/Chris Jones










