Goste-se ou não da nova F1, a popularidade do Grande Circo nunca foi tão grande. Talvez apenas nos anos 80/90 o fenómeno de popularidade se possa equivaler. E tudo isto se deve ao trabalho da Libety Media, que agora quer colher os frutos do investimento.
Passamos de uma F1 direcionada para os ricos e poderosos para uma F1 aberta a todos, com circuitos a abarrotar de gente e com recordes de assistência consecutivamente batidos. Se antes poucos queriam saber da F1, hoje todos querem receber uma corrida do Grande Circo. O trabalho da Liberty Media foi bem-feito e conseguiu tornar uma pouco atrativa F1 onde marcas e equipas gastavam rios de dinheiro, numa plataforma onde o lucro é possível.
É por isso que a vontade de vender, nesta fase, é pouca. Ouviram-se rumores de uma proposta de 20 mil milhões de dólares (recordar que a F1 foi comprada por 8 mil milhões), mas esse não é o objetivo da Liberty neste momento:
“Estamos muito entusiasmados com a situação atual da Fórmula 1, mas também com o seu futuro. Se olharmos para os grandes fluxos de receitas, todos têm uma boa direção”, disse Maffei na conferência Moffett Nathanson Media and Communications Summit. “Aumentámos o número de patrocinadores globais. Acho que passámos de cinco para 12 dos nossos maiores tipos de patrocinadores.”
A Liberty pretende estender o acordo comercial com a FIA pelo que a liderança americana na F1 está para continuar.









