A vitória nas 500 Milhas de Indianapolis em maio e a saída de Rio Haryanto na Manor voltaram a colocar Alexander Rossi como um provável regresso à Fórmula 1. No entanto, isso não deverá acontecer este ano, pois a coincidência de datas com várias corridas da IndyCar levou o piloto americano a não usar a opção (prevista no seu contrato) de ser substituto prioritário do indonésio na Manor.
Isso não quer dizer que Rossi desistiu de voltar à F1, pois o piloto adianta que “tenho opções dos dois lados, para ficar na IndyCar ou voltar à F1”. Ficar na Andretti Autosport é a hipótese mais sólida, com Rossi a explicar que “há um sentido de lealdade para com o Michael Andretti e a Honda”.
A marca japonesa poderia ser a peça mais importante nesta relação, já que não há um americano na F1 e a Honda poderia beneficiar de um piloto dos Estados Unidos para efeitos de imagem naquele país. Mas seria complicado para a Honda tentar colocar Rossi na F1. Ou teria que fornecer uma segunda equipa (algo que não tem demonstrado muito interesse em fazer a curto prazo) ou teria que colocar Rossi na fila para suceder a Jenson Button, que ainda não está confirmado para a McLaren em 2017, mas que tem em Stoffel Vandoorne o substituto mais óbvio.










