A Williams arrisca-se a ser a equipa com mais mudanças para a temporada de 2017, podendo mesmo ter dois pilotos completamente novos. Tanto Valtteri Bottas como Felipe Massa terminam o contrato no final do ano, com o finlandês a ter mais hipóteses de continuar com a equipa.
Claire Williams quer resolver o problema da sua equipa de pilotos o mais depressa possível, e algo que está a atrasar os seus planos é a possibilidade de Jenson Button voltar à equipa. O piloto britânico poderá sair da McLaren no final do ano, e seria uma excelente escolha para melhorar a imagem e a competividade da Williams, mas se Claire Williams quiser fechar a sua equipa com mais celeridade, poderá escolher outros pilotos.
Além de Button, a responsável máxima pela Williams terá à sua exposição nomes experientes como Daniil Kvyat (possível saída da Toro Rosso) ou Sergio Pérez (dependendo do interesse do patrocinador Telmex), ou então usar alguns dos seus pilotos de desenvolvimento, dando a Alex Lynn ou Lance Stroll a estreia na F1.










Vejo o Pérez e Button com mais possibilidades. o Kvyat não, a menos que dê um salto qualitativo depois da pausa de verão, por agora parece um piloto mediano. (porque um piloto de topo tem de saber lidar com a pressão psicológica, se ele se vai abaixo neste primeiro percalço da sua carreira, nunca vai ser um piloto para uma scuderia do top 3).
A minha aposta seria: Button será certo. Perez ou Pascal (isto por causa da parceria com a mercedes e ser uma especie de moeda de troca)
O Perez talvez na Renault.
Numa altura em que a.equipa parece perder a competitividade, Button parece ser a melhor opção, até porque se deve ter fartado de aprender nestes 2 últimos anos.
Button não é burro, como dá a entender. Normalmente os velhos acabam a carreira na Ferrari. Pelos vistos a McLaren está a fugir aos seus princípios. Mas já vai corrigir o tiro com o Stofel.
Enquanto isso, o Ocon esteve ontem na sede da Manor a fazer o molde da sua bacquet.
Mantenham o Bottas e mandem o Massa PARA CASA. Já chega. Até mete dó apesar de nunca ter sido nada de especial. Ai Brasil Brasil. Que jejum!