Andrew Shovlin explicou à Sky o porquê da troca de motor de combustão interna no carro de Lewis Hamilton na Turquia e não antes, como aconteceu com Valtteri Bottas e Max Verstappen. A troca surge em antecipação a qualquer problema que pudesse ocorrer com a unidade motriz do monolugar do britânico, estando a equipa com algumas dúvidas sobre a fiabilidade do terceiro motor utilizado.
“Sochi, no entanto, tem uma reta muito longa, mas estávamos a ter um pouco de dificuldades com a subviragem e isso tornou a troca complicada, mas este é um circuito onde ele sentiu que havia mais oportunidades.Lembram-se de Lewis e daquela corrida de GP2? Deve ser um domingo emocionante”, afirmou o engenheiro da Mercedes, relembrando a corrida de GP2 de 2006 na Turquia, onde o piloto chegou a ser 19º classificado para terminar no 2º posto.
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A Mercedes decidiu apenas substituir o motor de combustão interna, ao contrário do que fez a rival com Max Verstappen. Shovlin explicou que a equipa pensa que apenas essa troca será suficiente para melhorar a fiabilidade de toda a unidade.
“Obviamente, o que não se quer ter é uma falha durante a corrida e depois ter de sofrer uma penalização de qualquer forma, e depois há também um elemento de desempenho, porque as unidades motrizes perdem um pouco de potência durante a sua vida. Realmente o que mais contribui para esse fator de fiabilidade e desempenho é o próprio motor de combustão interna, e é melhor penalizar 10 lugares do que partir de trás”.
O engenheiro terminou afirmando que a equipa está contente pela troca de apenas um componente e que é quase certo que se fiquem por aí até ao fim da temporada.










